E quando ao acasoa flor souber que é flor
sua Essência floral
dissipar-se-á em espiral
ou à mercê do Mistral
o qual flui... sopra
em arrepio fractal
a percorrer a pétalapele
pelepétala que despetala
um aroma de Saudade...
...e os sentidos regenera.
Os aflora à flor da pele
pelo corpo afora.
Meu tempoé ao seu lado
a Eternidade
que no Infinito mora.
*(Poema de Gustavo Rabelo)
Um comentário:
Nossa! Que maturidade!
Ficou lindo, amigo poeta!
Ficou tudo sinestésico!
Postar um comentário