sábado, 16 de agosto de 2008

Pétalapele: um aroma de Saudade

E quando ao acaso
a flor souber que é flor
sua Essência floral
dissipar-se-á em espiral

ou à mercê do Mistral
o qual flui... sopra
em arrepio fractal
a percorrer a pétalapele
pelepétala que despetala


um aroma de Saudade...

...e os sentidos regenera.
Os aflora à flor da pele
pelo corpo afora.


Meu tempo
é ao seu lado
a Eternidade
que no Infinito mora.






*(Poema de Gustavo Rabelo)

Um comentário:

blogs de amigos disse...

Nossa! Que maturidade!
Ficou lindo, amigo poeta!
Ficou tudo sinestésico!

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